sábado, 24 de junho de 2017

Ativando multiprocessamento no firefox 54 e posteriores

O firefox 54 trás ou não o multiprocessamento habilitado por padrão. E na dica de hoje, explico como saber se aquele está ativado e, caso contrário, como fazê-lo. Para isso, utilizo o navegador do debian 9 stable.

Abra o navegador e digite na barra de endereços, "about:support". Observe a linha "janelas multiprocesso" e se o recurso está habilitado. Caso positivo, nada há que fazer. Basta utilizá-lo:


Caso contrário, habilite da seguinte forma: na barra de endereços, digite "about:config", concorde com o termo de uso e digite a chave "browser.tabs.remote.force-enable":



Dê um duplo clique na chave "browser.tabs.remote.force-enable", mudando de "false" para "true":



Se você deseja informações detalhadas sobre o assunto, leia-as aqui. Estão em inglês, mas nada que o google translator não resolva. Para os usuários do Ubuntu e derivadas, instruções aqui, também em inglês.

Sinceramente, não observei nenhuma mudança. O recurso de multiprocessamento depende de seu hardware. Então, não prometo que sua ativação fará milagres.

Até a próxima dica!
;-))

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Baixe o "Manual do Administrador Debian" na sua língua

Se você usa Debian ou distro derivada, não deixe de ler o "Manual do Administrador Debian" na sua língua. E para isso, não é preciso ser nenhum expert em linux. Basta ter um pouco de curiosidade para aprender como seu pinguim preferido funciona.

Para isso, basta ir no neste link e escolher o que serve a você, gratuitamente. Mas se puder colaborar financeiramente com qualquer quantia, o projeto Debian agradece.


Até a próxima dica!
;-))

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Saiu pacote atualizado do WPS Office para linux

Depois da chiadeira geral, quando a desenvolvedora do WPS Office disse que descontinuaria o desenvolvimento da suíte para linux, saíram pacotes deb, rpm e tar.gz atualizados, mas com o mesmo problema da libpng12-0.

Esta lib não está mais disponível nas versões recentes do Ubuntu, Debian e, consequentemente, derivadas. Não sei se o mesmo ocorre com os pacotes rpm e tar.gz.

De qualquer forma, siga minha dica para resolver esse problema. E a página para baixar os pacotes atualizados, você acessa aqui:


Até a próxima dica!
;-)

Ouvindo a rádio CCR Nova Dutra no linux

Na dica de hoje mostro como ouvir a rádio CCR Nova Dutra no linux. Podem haver outras formas, mas esta achei mais prática. Para isso, instale o "mpv" vídeo player segundo o procedimento padrão para sua distro, o que não será visto aqui.

Agora abra um terminal e digite o comando abaixo:

$ mpv mms://www.novadutra.com.br/generic/home/radioccr 

ou

$ mpv mms://www.novadutra.com.br/generic/home/radioccr & 

No primeiro caso, deixe a janela do terminal aberta para ouvir a rádio. No segundo, pode fechá-la após começara tocá-la. Para desligá-la, rode o comando abaixo no terminal:

$ killall mpv 

Até a próxima dica!
;-)

domingo, 18 de junho de 2017

Personalizando o banner de logout do LXDE

O LXDE tem o banner de logout que pode ser personalizado:

LXDE

LOGOUT MENU

Algumas distros fazem isso, como o Ubuntu:

UBUNTU

Para alterá-lo, crie uma imagem no formato *.png no tamanho de 325x125 px, o original do LXDE. Veja abaixo a do Debian 9:


Agora façamos a alteração. Abra um terminal e digite, na ordem:

$ su - [ENTER]
#
updatedb
#
locate logout-banner.png
/usr/share/lxde/images/logout-banner.png

# cd /usr/share/lxde/images/
# mv logout-banner.png logout-banner.png_old
# cd /home/seu_login
# mv logout-banner.png /usr/share/lxde/images/
# exit

Pronto, somente é isso é necessário. Basta sair do lxde para ver o resultado:



Até a próxima dica!
;-))

domingo, 11 de junho de 2017

Corrigindo ícone do radiotray minúsculo no KDE

Apesar de não ser mais desenvolvido, o radiotray é um aplicativo que não encontrou até hoje um substituto a altura, na minha opinião.

Desenvolvido para interfaces em GTK, funciona também nas baseadas em Qt. Não explicarei como instalá-lo ou configurá-lo. Procure tutoriais disponíveis na internet para fazê-lo.

No KDE com plasma 5, pode ocorrer do aplicativo iniciar com um ícone minúsculo, parecendo que o mesmo não está visível. Veja:


Para corrigir o problema, basta editar o arquivo config.xml, como mostro abaixo. Para isso, faça na ordem, como superusuário (root):

# ETP /usr/share/radiotray/config.xml 

onde ETP é o seu "editor de texto preferido". Basta fazer a troca abaixo:

ANTES
<config>
 <option name="volume_increment" value="0.05"/>
 <option name="volume_level" value="1.0"/>
 <option name="url_timeout" value="100"/>
 <option name="enable_application_indicator_support" value="true"/>
 <!-- valid options are 'appindicator', 'systray' and 'chooser' -->
 <option name="gui_engine" value="systray"/>
 <option name="active_plugins"><item>Notifications</item></option>
 <option name="buffer_size" value="164000"/>
</config>


DEPOIS
<config> 
 <option name="volume_increment" value="0.05"/> 
 <option name="volume_level" value="1.0"/> 
 <option name="url_timeout" value="100"/> 
 <option name="enable_application_indicator_support" value="true"/> 
 <!-- valid options are 'appindicator', 'systray' and 'chooser' --> 
 <option name="gui_engine" value="appindicator"/> 
 <option name="active_plugins"><item>Notifications</item></option> 
 <option name="buffer_size" value="164000"/> 
</config>

Salva a mudança e faça agora no terminal, como usuário comum:

$ rm -rf $HOME/.local/share/radiotray 

Basta agora reiniciar a interface gráfica, fazendo com a mudança acima valha para o desktop do usuário. Veja o resultado:


Até a próxima dica!
;-)

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Gtk-WARNING **: Não foi possível localizar a ferramenta de temas no module_path: "adwaita"

Se você viu a mensagem "Gtk-WARNING **: Não foi possível localizar a ferramenta de temas no module_path: "adwaita", at /usr/share/perl5/Debconf/FrontEnd/Gnome.pm line 96" no terminal, corrija-a instalando o pacote gnome-themes-standard.

Para  isso, use o procedimento padrão disponível para sua distro, o que não será visto aqui. Mas se você usa o Debian e Ubuntu faça da forma abaixo, no temrinal.

DEBIAN E DERIVADAS
$ su + senha de root + [enter] 
$ apt-get install gnome-themes-standard -module

UBUNTU E DERIVADAS
$ sudo apt-get install gnome-themes-standard 

Até a próxima dica!
;-))

domingo, 4 de junho de 2017

Instalando WPS Office no Ubuntu e derivadas (com correção de dependência)

O WPS tem obtido sucesso no desktop linux, principalmente por sua leveza, se comparado com o libreoffice. Tudo ia bem até bem pouco tempo, mas a empresa parou de desenvolver o projeto para linux devido aos "poucos usuários".

Só que a chiadeira foi geral e, surpreendida pelo clamor popular, a chinesa Kingsoft Corporation jurou de pés juntos - bem jurado e bem juntado - que manterá seu desenvolvimento ativo... O provável é que o mesmo seja comunitário.

Mas como resolver a atual dependência desta suíte, a libpng12, se o ubuntu tem novas versões a cada 6 meses? É o que mostrarei aqui. Em primeiro lugar, leia o excelente artigo do Edivaldo Brito, explicando como instalar o WPS.

Se você usa a versão estável 14.04 LTS, a libpng12 é nativa dos repositórios e a instalação proposta pelo Edivaldo não terá problemas, mas não testei no Trusty. Se você faz uso da 16.04 LTS, também não terá problemas com a mesma lib. Tudo certo até aqui.

O problema começa com as versões posteriores, sendo que atualmente a 16.10 e 17.04 não possuem mais a libpng12 em seus repositórios, já que a suíte linux do WPS tem um ano e já está "velha" para os nossos padrões.

O que fazer então? Muito simples: Abra um temrinal e crescente a linha abaixo no arquivo sources.list, que fica no diretório /etc/apt:

$ sudo nano /etc/apt/sources.list 

deb http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ xenial main

Salve o acréscimo com ctrl+O e saia com ctrl+X. Depois rode no mesmo terminal:

$ sudo apt-get update 
$
sudo apt-get install -f 

A última linha refere-se ao comando necessário na instalação do WPS, segundo o tutorial do Edivaldo. Volte lá e leia-o com atenção, se não o fez da primeira vez.

Como os pacotes da versão 16.04 são "mais antigos", não serão instalados no lugar dos do yakkety e zeisty. Nada mais resta a fazer, a não ser usar sua nova suíte de escritório.

Não se esqueça de que, até uma nova versão ser lançada - quando o for - eliminando esta dependência, ou a Xenial estiver valendo, podem aparecer outras dependências não satisfeitas, devido as atualizações de softwares semestrais do Ubuntu.

Neste caso, tem-se de resolvê-las caso-a-caso e não há como prever o que acontecerá. Mas enquanto isso não ocorre, bom  trabalho.

Até a próxima dica!
;-))


sábado, 3 de junho de 2017

Renomeando a Área de Trabalho e as pastas padronizadas no linux

Se você deseja trocar o nome da área de trabalho e de suas pastas, nesta dica mostrarei como se faz. É um pouco trabalhoso, mas foi o método que funcionou comigo.

Como a distro é padronizada para a língua inglesa, ocorre este problema chato. Não basta alterar o arquivo "~/.config/user-dirs.dirs", como acontece em outras distros, como Ubuntu e Debian.

Em primeiro lugar, instale os arquivos abaixo pelo terminal:

$ sudo apt-get install xdg-users-dirs xdg-users-dirs-gtk 

No mesmo terminal, edite o arquivo user-dirs.defaults como mostro abaixo:

$ sudo nano /etc/xdg/user-dirs.defaults 

E acrescente ou modifique as linhas abaixo:

DESKTOP="Área de Trabalho"
PICTURES="Minhas imagens"
VIDEOS="Meus vídeos"
MUSIC="Minhas músicas"
PUBLICSHARE=Dropbox
TEMPLATES="Meus documentos/Modelos"
DOWNLOAD="Meus downloads"
DOCUMENTS="Meus documentos"

Os nomes podem ser simples ou compostos, de sua escolha, ou uma dentro de outra, como em "TEMPLATES". Após esse passo, retorne ao terminal e rode os comandos abaixo:

$ xdg-user-dirs-gtk-update
$ xdg-user-dirs-update 

Agora é só reiniciar a interface gráfica e partir para o abraço. Obviamente você terá de renomeá-las manualmente, se osistema não o fizer automaticamente.

Até a próxima dica!
;-)

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Apagando todos os dados de um pendrive, via terminal linux

Essa dica é especial para os "testadores" das distribuições linux em um pendrive, onde usam o comando "dd", com freqüência, para gravar uma iso no dispositivo.

Às vezes dá o seguinte erro, quando usa-se um particionador gráfico como o gparted:


No Debian, o gparted não consegue deletar partições deste tipo, como no Ubuntu e outras distros, fazendo-nos recorrer ao bom e velho terminal. É isso que explicarei agora.



A primeira coisa a fazer é identificar os dispositivos existentes, usando o comando "blkid" como root:

UBUNTU E DERIVADAS
$ sudo blkid

OUTRAS DISTROS
$ su -
# blkid


No nosso exemplo, o pendrive é o /dev/sdb, já que /dev/sdaX refere-se às partições do linux em uso. Para corrigir o problema, digite agora:

UBUNTU E DERIVADAS
$ sudo dd if=/dev/zero of=/dev/sdb bs=1k count=2048

OUTRAS DISTROS
$ su -
# dd if=/dev/zero of=/dev/sdb bs=1k count=2048


Veja no gparted que o problema acabou, pois a partição antiga foi deletada:


Agora é só formatar o pendrive com seu sistema de arquivos preferido.

Até a próxima dica!
:-))

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Linux: alterando o tema do mouse no google-chrome e chromium

Dependendo da distribuição linux, quando você altera o tema do mouse para usar no desktop, os navegadres google-chrome e chromium não respeitam sua escolha, usando o padrão DMZ-Black.

Para corrigir esse problema, usaremos o aplicativo dconf-editor. Instale-o segundo o procedimento padrão para sua distro, o que não será visto aqui.

Para Debian e derivadas:

$ su - [ENTER]
#
apt-get install dconf-editor
#
exit


Para Ubuntu e derivadas:

$ sudo apt-get install dconf-editor

Agora abriremos o aplicativo como usuário comum, no terminal:

$ dconf-editor

Ei-lo:


No menu a esquerda, navegue por "org -> gnome -> desktop -> interface":






Em "cursor-theme" você coloca o nome do tema que baixou da internet, clicando sobre o nome antigo. Depois é só reiniciar a interface gráfica.

Até a próxima dica!
;-))

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Corrigindo o bug "Use gi.require_version ('Notify', '0.7') before import to ensure that the right version gets loaded."

 Se o erro abaixo aparecer:

"PyGIWarning: Notify was imported without specifying a version first. Use gi.require_version ('Notify', '0.7') before import to ensure that the right version gets loaded. from gi.repository import Notify"

corrigi-lo é muito fácil. Basta instalar o pacote gir1.2-appindicator3-0.1 segundo o procedimento padrão para sua distro, o que não será visto aqui.

Para o Ubuntu e distros derivadas:

$ sudo apt-get install gir1.2-appindicator3-0.1

Para Debian e distros derivadas:

$ su - [ENTER]
# apt-get install gir1.2-appindicator3-0.1
# exit

Até a próxima dica!
;-))

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Instalando o dnscrypt-proxy no Ubuntu e derivadas

DNScrypt é o serviço que criptografa o tráfego DNS entre o seu computador e o servidor DNS compatível, impedindo que se utilize os dados caso sejam capturados. Foi lançado pelo OpenDNS, a fim de melhorar a segurança implementada pelo DNSSEC.

O programa atua na "última milha", ou seja, a conexão entre o usuário e o provedor de serviços de internet, onde pode haver interceptação e/ou sequestro do tráfego, o monitoramento dos sites acessados, bem como se passar por esses websites.

Esclareço que esta dica não serve para o Debian e derivadas, cujos arquivos de configuração são completamente diferentes. Mostrarei aqui a configuração mais básica possível e vocês deverão pesquisar recursos mais complexos.

Em primeiro lugar, instale o resolvconf, se não estiver instalado. Abra um terminal e digite:

$ sudo apt-get install resolvconf dns-root-data

Não vou detalhar para que serve este programa. procure na internet. Reinicie seu computador. Após novo login, abra outro terminal e rode os comandos abaixo, na ordem:

$ sudo apt-get install wicd-gtk
$ sudo apt-get purge network-manager-gnome network-manager
$ sudo apt-get autoremove

Com eles desinstalamos o gerenciador de rede network-manager, que não é compatível com o recurso, atrapalhando a inicialização do dnscrypt no boot. Em seu lugar instalamos o wicd. Reinicie o computador.

Veja se a conexão a internet está ativa, para continuarmos. Use o comando ifconfig (exemplo):

$ ifconfig
enp2s0f0  Link encap:Ethernet  Endereço de HW 20:89:84:01:c9:c6  
          inet end.: 192.168.1.13  Bcast:192.168.1.255  Masc:255.255.255.0
          UP BROADCAST RUNNING MULTICAST  MTU:1500  Métrica:1
          pacotes RX:40870 erros:0 descartados:0 excesso:0 quadro:0
          Pacotes TX:26406 erros:0 descartados:0 excesso:0 portadora:0
          colisões:0 txqueuelen:1000 
          RX bytes:44655775 (44.6 MB) TX bytes:2797785 (2.7 MB)
          IRQ:16 

(etc...)

O próximo passo é instalarmos o dnsmasq, serviço que armazena - em cache - as consultas DNS para de sites anteriormente visitados, melhorando a velocidade da navegação. Para mais informações, busque informações na internet.

Abra um terminal e digite:

$ sudo apt-get install dnsmasq dnsmasq-utils dnscrypt-proxy

Faça um becape do arquivo de configuração original, desta forma:

$ 
sudo mv /etc/dnsmasq.conf  /etc/dnsmaq.conf_old
$ sudo ETP /etc/dnsmasq.conf

No novo arquivo dnsmasq.conf que criamos com o Editor de Texto Preferido, coloque as linhas abaixo:

no-resolv
server=127.0.0.1#2053
proxy-dnssec

Elas são o mínimo para fazer o dnsmasq funcionar com o dnscrypt. Mas ainda não configuramos tudo que é necessário. Vá novamente para o terminal e digite:

$ sudo ETP /etc/default/dnscrypt-proxy

Faça as alterações abaixo:

ANTES
# What local IP the daemon will listen to, with an optional port.
# The default port is 53. If using systemd, this is not used and must be
# specified in dnscrypt-proxy.socket.
DNSCRYPT_PROXY_LOCAL_ADDRESS=127.0.2.1:53

# Remote DNS(Crypt) resolver.
# You can find a list of resolvers at
# /usr/share/dnscrypt-proxy/dnscrypt-resolvers.csv.
DNSCRYPT_PROXY_RESOLVER_NAME=cisco

# Extra flags to pass to dnscrypt-proxy
DNSCRYPT_PROXY_OPTIONS=""

DEPOIS
# What local IP the daemon will listen to, with an optional port.
# The default port is 53. If using systemd, this is not used and must be
# specified in dnscrypt-proxy.socket.
DNSCRYPT_PROXY_LOCAL_ADDRESS=127.0.0.1:2053

# Remote DNS(Crypt) resolver.
# You can find a list of resolvers at
# /usr/share/dnscrypt-proxy/dnscrypt-resolvers.csv.
DNSCRYPT_PROXY_RESOLVER_NAME=dnscrypt.eu-nl

# Extra flags to pass to dnscrypt-proxy
DNSCRYPT_PROXY_OPTIONS=""

O dnsmasq do Ubuntu roda no endereço 127.0.0.1, porta 53. Já o dnscrypt, no endereço 127.0.2.1 e também na porta 53. O que fizemos foi alterar os endereço/porta do segundo para 127.0.0.1, porta 2053, resolvendo o conflito.

Resta um último passo, também no terminal:

$ sudo ETP /lib/systemd/system/dnscrypt-proxy.socket

ANTES
[Socket]
ListenStream=127.0.2.1:53
ListenDatagram=127.0.2.1:53

DEPOIS
[Socket]
ListenStream=127.0.0.1:2053
ListenDatagram=127.0.0.1:2053

Essa é a mudança crucial, que altera o endereço/porta do dnscrypt, junto com as anteriores. Se chegou até aqui, revise todos os passos de forma que todos os dados alterados esteja corretos, ou o serviço não funcionará.

Agora edite o arquivo do resolvconf como mostro abaixo:

$ sudo ETP /etc/resolvconf/resolv.conf.d/base

Adicione a linha abaixo:

options edns0

Pronto, terminamos. Reinicie o computador mais uma vez. Após o login, abra um terminal e veja se os serviços dnsmasq, dnscrypt e resolvconf funcionam a contato. Veja:

DNSMASQ
$ sudo systemctl status dnsmasq
● dnsmasq.service - dnsmasq - A lightweight DHCP and caching DNS server
   Loaded: loaded (/lib/systemd/system/dnsmasq.service; enabled; vendor preset: enabled)
  Drop-In: /run/systemd/generator/dnsmasq.service.d
           └─50-dnsmasq-$named.conf, 50-insserv.conf-$named.conf
   Active: active (running) since Sáb 2017-03-04 13:20:36 BRT; 1h 24min ago
 Main PID: 946 (dnsmasq)
(etc...)

DNSCRYPT
$ sudo systemctl status dnscrypt-proxy
● dnscrypt-proxy.service - DNSCrypt proxy
   Loaded: loaded (/lib/systemd/system/dnscrypt-proxy.service; enabled; vendor preset: enabled)
   Active: active (running) since Sáb 2017-03-04 13:20:55 BRT; 1h 25min ago
     Docs: man:dnscrypt-proxy(8)
 Main PID: 772 (dnscrypt-proxy)
(etc...)
[NOTICE] Proxying from 127.0.0.1:2053 to 176.56.237.171:443
(etc...)

RESOLVCONF
$ sudo systemctl status resolvconf
● resolvconf.service - Nameserver information manager
   Loaded: loaded (/lib/systemd/system/resolvconf.service; enabled; vendor preset: enabled)
   Active: active (exited) since Sáb 2017-03-04 13:20:21 BRT; 1h 43min ago
     Docs: man:resolvconf(8)
 Main PID: 335 (code=exited, status=0/SUCCESS)
   CGroup: /system.slice/resolvconf.service

$ cat /etc/resolv.conf
# Dynamic resolv.conf(5) file for glibc resolver(3) generated by resolvconf(8)
#     DO NOT EDIT THIS FILE BY HAND -- YOUR CHANGES WILL BE OVERWRITTEN
nameserver 127.0.0.1
options edns0

Abra seu browser preferido e digite o endereço https://dnsleaktest.com/ para testar se o dnscrypt funciona. Clique em "Standard test" e aguarde:



Pronto. O dnscrypt está encriptando todo o tráfego DNS até o servidor dnscrypt.eu-nl, com o DNSSEC habilitado. De todos os servidores que encriptam seu tráfego, nem todos habilitam o este último.

Para saber quais servidores habilitam o DNSSEC abra o arquivo dnscrypt-resolvers.csv que está localizado em /usr/share/dnscrypt-proxy/, usando um editor de planilha:

$ localc /usr/share/dnscrypt-proxy/dnscrypt-resolvers.csv

A coluna "H" mostra os servidores compatíveis:


Bem, por hoje chega. Foi a maior dica que já publiquei no blog, até hoje. Mas espero que seja útil para melhorar a segurança de seu isfenicídio.

Até a próxima dica!
;-))

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Gerenciando seu e-reader LEV no linux

O e-reader LEV é um produto da Livraria Saraiva, como a mesma função do Kindle. Não me deterei nos aspectos técnicos nem se é melhor ou pior que os demais. Apenas explico como gerenciar seu conteúdo pelo linux.

Para quem não o conhece, ei-lo (um dos modelos):


Seu sistema operacional é o linux, mas não há informação sobre qual. De qualquer forma, basta conectar o e-reader no computador, por meio das portas usb de cada um. Do leitor, é a de baixo:


Espere e autorize a montagem automática do e-reader, que será reconhecido como se fosse um pendrive qualquer.


Veja abaixo no pcmanfm, do LXDE:


Essa imagem mostra o espaço de armazenamento no próprio e-reader (Lev):


Já esta imagem, a do cartão microSD adicionado ao equipamento (Volume 8.1GB):


No exemplo desta dica, os livros digitais estão na pasta "Digital Editions -> Bundle -> Português", no caso do Brasil:


Basta remover ou adicionar os livros que desejar. Basta arrastá-los para a pasta:


Você pode adicionar fonts truetype diretamente na pasta "Fonts":


É isso aí. Bom proveito com seu leitor de livros digitais Lev, da Livraria Saraiva.

Até a próxima dica!
;-))

sábado, 29 de abril de 2017

Corrigindo o erro "gpg: failed to start the dirmngr '/usr/bin/dirmngr" no Debian, Ubuntu e derivadas

Se você tentar baixar e instalar a chave gpg de um repositório, ao adicioná-lo na /etc/apt/sourceslist, e aparecer o comando abaixo no terminal, resolvê-lo é muito fácil:

gpg: failed to start the dirmngr '/usr/bin/dirmngr': Arquivo ou diretório não encontrado
gpg: connecting dirmngr at '/tmp/apt-key-gpghome.Law5vQlyFn/S.dirmngr' failed:
Arquivo ou diretório não encontrado

No mesmo terminal, rode o comando abaixo:

UBUNTU E DERIVADAS
$ sudo apt-get install dirmngr

DEBIAN E DERIVADAS
$ su - [ENTER]
# apt-get install dirmngr
# exit

Até a próxima dica!
;-))

domingo, 23 de abril de 2017

Torne o firefox mais rápido no linux

Dica para tornar o firefox mais rápido no linux. Pode ser que você sinta ou não a diferença, dependendo de seu computador.

Vamos lá. Abra o mesmo e digite "about:config" na barra de endereços:


Clique no botão azul, lendo com atenção o alerta:


Coloque a chave "layers.acceleration.force-enabled" no local indicado:


Clique na opção, mudando de "false" para "true":


Reinicie seu navegador e veja se houve alguma diferença perceptível.

Até a próxima dica!
;-))

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Instalando plugin indicador no LXDE e outros ambientes gráficos leves

A dica de hoje é mostra como instalar um plugin indicador no LXDE e outros ambientes gráficos leves, sendo que testei apenas no primeiro. Os demais ficam por sua conta.

Esse recurso existe normalmente no gnome, kde, xfce e derivadas. Nos outros há falta de recursos como este, que atendem a necessidades muito específicas.

Mas deixemos de lero-lero. Para habilitar o recurso, instale o pacote xfce4-notifyd segundo o procedimento padrão para sua distro, o que não mostrarei aqui. Para fazê-lo no Debian e derivadas, rode no terminal:

$ su - [ENTER]
# apt-get install xfce4-notifyd

No mesmo terminal, rode o comando abaixo:

$ xfce4-notifyd-config

Aparecerá a janela de configuração do plugin indicador, com as opções que você muda de acordo com seu gosto:


Veja o resultado:

Até a próxima dica!
;-))

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Configurando o fone multilaser wireless PH036 no linux

Na dica de hoje explico como configurar o fone wireless PH036 de multilaser no linux, qualquer distribuição. Usarei como base o ubuntu, que servirá de ponto de partida para as demais.

Em primeiro lugar, instale o servidor de som pulseaudio segundo o procedimento padrão para sua distro, o que não será visto aqui. Para os usuários do Ubuntu, Debian e derivadas, os pacotes são:

UBUNTU E DERIVADAS
$ sudo apt-get install gstreamer0.10-pulseaudio gstreamer1.0-pulseaudio \
   libcanberra-pulse pavucontrol paman pulseaudio-esound-compat \
   pulseaudio-module-bluetooth pulseaudio-module-jack pulseaudio-module-x11 \
   pulseaudio-utils

DEBIAN E DERIVADAS
$ su - [+ ENTER]
$ sudo apt-get install gstreamer0.10-pulseaudio gstreamer1.0-pulseaudio \
   libcanberra-pulse pavucontrol paman pulseaudio-esound-compat \
   pulseaudio-module-bluetooth pulseaudio-module-jack pulseaudio-module-x11 \
   pulseaudio-utils

Ei-lo: 

O fone PH036 é composto do mesmo e de uma estação transmissora de rádio, vindo junto um fio PS2 <-> P2 e outro P2 <-> P2:


Coloque as pilhas AAA na estação emissora e no fone de ouvido e conecte a adaptador PS2-P2 no cabo da estação emissora, como mostro abaixo:


A ponta P2, amarela, você conectará na saída de fone de ouvido de seu computador:


Ligue a estação transmissora selecionando a opção "wireless earphone":


Já o fone você liga no botão "on/off". Neste momento faça apenas este procedimento:


O próximo passo é configurar a saída do som para a estação transmissora, que está na saída de som de seu computador. Clique no indicador de som com o botão direito do mouse.





Bote uma música pra tocar e vá na aba "Dispositivo de saída". Selecione fone de ouvido, se não estiver selecionado automaticamente. Feito isso, o som é enviado pro receptor:


Ligue o fone de ouvido e aperte o botão "scan" até sintonizar com a freqüência do transmissor. Não precisa de mais nada. Toda vez que desligar o som, no computador ou no fone, aperte o scan novamente.

O som não é nenhuma maravilha. Assemelha-se a uma estação AM. Se você exige pureza de som, recomendo a conexão direta pelo fio P2-P2. Futuramente veremos como usar o microfone e outros recursos.

Até a próxima dica!
;-))